Mostrando postagens com marcador Camila Rodrigues Escritora. Mostrar todas as postagens
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16 de setembro de 2025

I feel like my system is operating in twenty percent. Or less.

 O álbum Breach da banda twenty one pilots (venha ouvir AQUI) lançado no dia 12 de setembro de 2025, me fez pensar em tantas coisas... entre elas este post. Bem, eu sei que tenho a autoestima baixíssima, mas acumular postagens de tempos remotos da minha vida só tornava essa autoestima mais baixa e até destrutiva para mim mesma.

Tantas histórias acumuladas, tanto lixo emocional...tanta coisa completamente desnecessária que eu ficava sobrecarregada e me perguntava se valia a pena mesmo manter esse blog vivo!

Muita coisa mudou em mim. Não sou mais aquela menina assustada com medo do mundo, com medo de viver. Agora me sinto uma mulher ainda em processo de amadurecimento, mas uma mulher, talvez uma fera, uma leoa, devoradora dos meus medos e dona de mim. Como se meus sonhos coubessem sim dentro das minhas ações e fosse só necessário alguns passos para chegar até eles, passos lentos, mas possíveis.

Não tenho medo do futuro: de robôs à volta dos mortos. Tenho medo de não conseguir realizar meus sonhos por medo do que os outros vão dizer ou pensar.

Talvez eu não tenha nascido para as Exatas, mas há muitas Humanas por aí... há muita vida ainda por aí e muitos posts como este aqui no forno, aguardando seu momento de serem escritos e colocados no mundo.

Não sei até quando essa nova fase vai durar. Só sei que jamais vou ME abandonar. Estarei sempre ao meu lado nos dias bons e ruins, não por falta de escolha, muito pelo contrário, eu já ME abandonei vezes demais para enxergar que essa tal de vida é minha escolha SIM.

Pode não fazer sentido hoje este post, mas um dia irá. E neste dia estarei com um sorriso no rosto, muito Breach nos ouvidos (até enjoada de tanto ouvir) e muitos sonhos realizados. Sorriso leve, brincalhão e feição plena de que cheguei lá, alcancei o amontoado de sonhos que estavam guardados na minha caixa mental de sonhos abandonados.

Só espero que a minha companhia para mim mesma perdure. Sem positividade tóxica, sem amizades falsas, sem falsidade. Que eu vença todas as minhas dores passadas e esqueça todo o conteúdo que um dia me fez muito mal.

Que eu esqueça...VOCÊ.

17 de agosto de 2024

Final Fantasy XV: New Empire

"Você tem que no mínimo aprender a se defender", foi o que eu disse quando jogava Final Fantasy XV: New Empire. Era um jogo de guerra, em que até dava para jogar pacificamente, sem atacar os impérios, mas algum império maior sempre estaria ali para te atacar, seja para ficar com seus recursos ou para aumentar seu poder de alguma forma, participando de algum concurso.E, lógico, no início dá uma certa raiva porque tinha que reconstruir o império, recuperar os recursos, e isso levava tempo (a não ser que se tenha dinheiro e se possa comprar pacotes para agilizar o processo, ai é outra história, você sofre menos, mas se for pobre que nem eu, tem que reconstruir do zero).
Nunca pensei que algum dia na vida eu ia ficar com isso na cabeça e ia aplicar à vida pessoal, mas, enfim, o dia chegou. Coisas da vida. 
Enfim, joguem Final Fantasy XV: New Empire. É muito melhor que LOL - não percam seu tempo com LOL - porque não importa o nível que você está, quando você acha uma boa guilda, as pessoas te ajudam no que você precisar, respondem suas dúvidas civilizadamente e te ajudam a crescer no jogo.
O problema é só quando você acha uma guilda em que as pessoas levam o jogo a sério demais, e esquecem que existe uma coisa chamada "vida lá fora", a qual você costuma ter, mesmo que não queira, e não querem saber o que aconteceu com você, eles te tiram da guilda e ainda atacam. Mas, é isso, há boas guildas, só procurar que você acha.
As reclamações que tive foram sobre os gráficos, mas para bom jogador, meio gráfico basta. Nada disso tira a excelência do jogo. 



16 de agosto de 2024

Hero Wars: as batalhas dos herois

Hero Wars é um jogo de celular muito simples de jogar, só seguir as indicações, não tem nenhum segredo.




No jogo, você começa com um herói e vai desbloqueando os outros conforme aumenta o level. E cada heroi tem seus poderes. Quanto mais avançado no jogo, mais herois e mais poderes, e claro, mais coisas a fazer no game. 




Além dos herois, são abertas novas fases, novos impérios e cidadelas, com vilões e obstáculos mais fortes e uma necessidade de agir cada vez mais rápida., com uma necessidade de resposta rápida, ou os herois são eliminados pelos vilões e tem que esperar um tempo até o heroi ressuscitar.
E sempre tem um heroi que precisa ser resgatado, por exemplo, uma princesa que depois de resgatada faz parte do time de herois.



Enfim, o que tenho a dizer sobre o jogo é que é muito simples, muito fácil de jogar e bem relaxante - ou não, já que tem uma série de obstáculos cada vez mais rápidos. A pessoa ocupa tanto a cabeça com esse jogo que esquece completamente os problemas - por as pessoas digo eu, mas pode ser para qualquer pessoa também.

11 de fevereiro de 2024

Lá vem vocês V

 Às 8h e 10 da manhã foi o fim. Mais uma fase da minha vida. Mais uma década. O inevitável tempo cronológico. Junto à mim apenas os bons e verdadeiros. Nenhuma risada forçada, sorriso falso para foto ou conversa fiada. 

A música há tanto guardada, finalmente foi ouvida. "Sou jovem para ser velha e velha para ser jovem", dizia parte da música. Era "Aquela dos 30" da cantora Sandy.

Também dizia "Tenho sonhos adolescentes, mas as costas doem", o que tem tudo a ver comigo. Sigo sendo adolescente no corpo de uma mulher adulta, ainda carregando a criança que sempre fui em meu interior.

Hoje me despeço dos 20 e tantos com muita graça e louvor. Digo isso não com um semblante triste e deprimido, mas com um sorriso no rosto de quem venceu.

Venci os medos, as doenças, os anseios e obsessões. Fui mais forte do que o que parecia ser mais forte que eu. Fui mais forte até do que eu poderia imaginar e do que quem pensei ser.

Palavras anônimas não são o suficiente para me ferir ou enganar. Minha mente já não carrega consigo vontades falsas e traiçoeiras. Tenho muito do que me orgulhar.

As paixões não correspondidas não venceram e não me derrubaram mais. Espero que eu continue sendo mais forte do que tudo o que é corriqueiro e desnecessário. Que eu continue me libertando do que me amarra e me fere.

Luzes alheias não me ofuscaram, nem me cegaram. Apenas apontaram o caminho que eu deveria seguir e qual caminho não era para mim.

Espero que eu pare de criar tamanhas expectativas e siga vivendo os meus sonhos adolescentes, mas sem esquecer de sair dessa telinha quando as costas doerem. 

Afinal, há um mundo lá fora ansiando pela vida e demonstrando que muitos limites são apenas físicos e imaginários.

A vida é plena, é amarela como o Sol, que se renova a cada manhã e que nasce para todas as pessoas no mundo inteiro. É a incerteza e também a certeza de que continua e que não pode parar por pequenos tropeços e alguns ferimentos.

A vida é o conjunto de versos do poema "Levanta Guerreiro" que escrevi alguns anos atrás, mas que foram ignorados e deletados: "Levanta guerreiro, a guerra ainda não acabou".


18 de fevereiro de 2023

Pungente e desnecessária

 Lá vai ela, pleno Carnaval

Desnecessária, pungente e carnal

Ela que não sabe o que faz

Não sabe o que diz

Nem sabe para onde irá depois do Carnaval

Ela segue, segue e torna a seguir

Sem direção ou abraço de namorada

É ela, a desnecessária

Seu nome é dor

Apelido desespero

E ela gosta de vir para meu desassosego

Oh, sim! Abraços de namorada, ela é bissexual

Apaixonada pela escuridão, de olho no medo

Vesga como joaninha

Cega como medusa

Ela transforma-se quando quer

Nome dor

Sobrenome solidão

Lá vai ela, meus amores, lá vai ela

Pungente e desnecessária

Torturante como o tédio

Quebrante como o caos

Tatuada com o limbo

Bissexual como as piranhas

A devorar sem enxergar

Toda a maldade que causara

E que ainda vai causar

Lá vai ela!

9 de fevereiro de 2023

OPINIÃO - À universidade? Será?

 Não, eu não sobrevivi à guerra intensa que foi a universidade presencial. O que isso quer dizer? Pois bem, é como uma ditadura, onde quem não consegue encaixar-se, perde-se e "morre na praia".

Não que as pessoas devam mudar para caber no perfil. Elas devem apenas ser elas mesmas e, assim, podem ou não caber naquele espaço.

Algumas forçam o espaço e conseguem fazer parte dele na marra.

Outras, como eu, sensíveis demais acabam por desistir pelo bem da saúde física e mental, as quais estão interligadas SIM, mesmo que não acreditem nisso. 

Se eu pudesse dizer algo à minha versão vestibulanda, seria: CUIDADO! A sua vida é uma escolha importante, não vá para um caminho onde você não vai se encaixar. Você é sensível, não cautelosa e é PÉSSIMA em Exatas. Você é de Humanas. E, em vez de ter medo de ser de Humanas, porque "não dá dinheiro", você deveria escolher a sua paz, não o reconhecimento alheio.

As pessoas reconhecem e invejam as pessoas felizes com o que escolheram e as consideram bem sucedidas.

Perdeu-se a velha noção de que dinheiro é a base de tudo. A base mesmo é ter tempo e energia. E saber administrar esse tempo e energia para seu próprio crescimento.

CUIDADO, menina que acha que tudo sabe, afinal, a escola acabou, não é? Não há muito o que aprender, ela pensava... mas HÁ SIM, há uma infinidade de coisas a se aprender. Coisas que vão além da universidade...

A universidade força o crescimento e o amadurecimento através de uma dor desnecessária. É como eu disse acima: uma ditadura. É opressora, pois não aceita os artistas de alma, em prol da ciência talhada à faca pela saúde mental precária dos pesquisadores, os quais sequer são reconhecidos, pois precisam se forçar a ser professores para seguir a carreira de pesquisa.

CUIDADO, criança. Você não precisa crescer dessa forma. Tem formas muito mais eficazes de crescer...um bom trabalho ajudaria...

Mas como você QUER fazer parte dessa guerra, pois faça! Conhecimento é duradouro. O inferno são os outros. Principalmente aqueles que não sabem valorizar as suas palavras.

2 de janeiro de 2023

Estupendo

 Ouvi um barulho que me lembrava o canto de uma sereia.

- O que foi, mulher das sereias?- perguntou um marujo

- Estou ouvindo um canto…

- Não estou ouvindo nada. Você deve ter tomado sol demais - disse o marujo.

Parecia uma música. Alice da Avril Lavigne…


2 de maio de 2022

Mergulho

 Os piratas se reuniram para um mergulho. O banho deles. Embora ainda fedessem à peixe. O que é compreensível. Sem terra, sem banho, sem cosméticos.

Enquanto eu fedia à carne podre exposta no sol. Senti um formigamento e percebi que tinham bichos, aqueles de beronha, em minhas entranhas. Assustada, pulei no mar, mesmo sabendo que ia arder. Me esfreguei compulsivamente.

O capitão Chorão me olhou assustado e perguntou o que eu tinha. Mostrei-lhe os bigatos, ele ficou com nojo, mas me compreendeu. Me ajudou a subir ao navio. Como o bom cavalheiro que era.


1 de maio de 2022

Água do mar

   Água do mar não tem sabor de choro

Nem decoro

Água do mar não deve ser bebida

Nem engolida

Prefiro sua saliva”, cantavam os piratas de lugar nenhum.

Sempre repetiam a música enquanto se embebedavam de água do mar porque era o que tinha.


30 de abril de 2022

Piratas de Lugar Nenhum

 - Quem são vocês?

- Somos os piratas de lugar nenhum. Navegamos o Mar Aberto à procura de peixes, tubarões e outras criaturas do mar e procuramos terra para abarcar, mas nunca encontramos, por isso nos denominamos assim.

- Há terra por aqui?

- Sim, há, nós vimos algumas vezes, mas elas desapareceram assim como alguns piratas que abarcaram por lá.

- Achei que fosse apenas o Oceano Profundo

- Ora, moça das sereias, o mar esconde muito mais segredos do que se pode imaginar

- Eu que o diga.

O capitão me ofereceu um gole de água do mar porque era tudo que tinha para beber e deu uma risada escandalosa.


29 de abril de 2022

Pescaria

 “Uma humana! Mas está completamente em carne viva, coitada. Vamos, marujos, vamos cuidar da moça”

“Capitão, ela está acordando!”

“Oi, moça, sabe o que aconteceu?”

“As sereias”

“Sereias? Isso nunca aconteceu antes. Vem, moça, vem com a gente”


28 de abril de 2022

Prólogo

 Nossa astronauta D’ ou D- foi atacada por sereias quando estava no Oceano Profundo, as quais a deixaram em carne viva. Então, quase morta, ela começa a boiar, quando encontra os piratas de Mar Aberto, um planeta que fica acima do Oceano Profundo, sendo assim um subplaneta. O que será que espera nossa astronauta?


26 de abril de 2022

NOVIDADE NO AR!!!!!!!!! PREPARE-SE PARA UMA NOVA ERA!

 Dessa vez, entraremos na era Mar Aberto! Uma era de piratas e de muitas surpresas!

Prepare seu navio, sua bandana e içar velas!!!!!!

Vem aí os Piratas de Lugar Nenhum!


Até o próximo post ❤

25 de abril de 2022

OPINIÃO - Por que é importante falar sobre a gordofobia?

Eu me considerava mente aberta e nada gordofóbica. Passado. Quando ganhei mais de 20kg entrei em desespero para emagrecer e percebi o quanto a gordofobia é presente na minha vida. Fora a quantidade de pessoas que acharam que eu estava grávida e que me fizeram ter ainda mais ódio do meu corpo e da minha aparência como se ser gorda fosse um problema.
Passei por um exame de gravidez para fazer tomografia. Alguns dizem que é procedimento padrão para mulheres, pois muitas acham que não estão grávidas, quando na verdade estão. E assim se vê até um preconceito com mulheres. Se a pessoa diz que é inativa ou que não teve relação sexual recente, para que fazer esse exame? Pois é. E eu achei que fosse por causa da minha barriga...mais paranoia...
Depois eu assisti ao filme Brittany Runs a Marathon e percebi o quanto o corpo feminino, ao mudar - no caso dela, emagrecer - faz diferença para todos ao redor. Como se a aparência fosse a coisa mais importante do mundo para nós mulheres...
Enfim, espero mudar de pensamento, afinal, ainda estou rumo à grande mudança! Recomendo o filme e se quiser ler sobre ele, é só acessar o meu outro blog, o Geladeira (não geladeirão).

Até o próximo post!

10 de abril de 2022

Lá vem vocês IV

Parada, ligeiramente deprimida, ligeiramente entediada. As vozes na minha cabeça dizem que esse é o momento propício para dar fim à minha existência. Elas dizem que na dimensão delas está tudo pronto e resolvido: trabalho, estudo, amizades e relacionamento amoroso. É tentador, mas estou deprimida e entediada demais para cair no conto delas.
Sinto muito, vozes, mas este não é o momento.
Adeus e obrigada por me aterrorizar e me fazer ter medo de mim mesma. Bem produtivo o que vocês têm feito por mim. 
Mas digo isso às vozes, não a minha vida.

Adeus, vozes. DEP.

9 de abril de 2022

OPINIÃO - Preciso de tempo para manter um blog?

Muitas pessoas - pelo menos as que eu conversei sobre o assunto - acreditam que para manter um blog é preciso tempo e conteúdo. Com o tempo - 11 anos de blog - percebi que não é verdade, mais que tempo, é preciso de um ritmo, a partir de uma rotina, mesmo com o tempo curto, é possível trazer conteúdo e escrever o que der vontade. É uma questão de equilíbrio entre a vida real e a virtual.
Porque a vida real é a parte mais importante, a virtual funciona mais como uma espécie de ópio e um lugar de reflexão e amadurecimento das ideias que surgiram na vida real, já que dá para ter acesso às informações necessárias e para ter um rascunho melhor do que se escrever à mão ou se deixar guardado em um arquivo no computador. 
Eu acredito que quando se escreve para deixar público, há uma diferença tremenda, porque você se preocupa com como suas palavras podem atingir alguém. No blog, um pouco menos que qualquer rede social, porque parece que nas redes sociais as pessoas estão lá porque estão estressadas e uma pequena palavra pode gerar briga. Mas blog também gera alguma briga, alguma discussão. Acho que quem quer ter um, tem que se preparar para o chumbo grosso que vem de todos os lados.
Principalmente de quem te conhece pessoalmente, porque as pessoas acham que te conhecem até ler o que você escreve e ver que o que sabem de você é um mínimo, é só uma superfície. Algumas vezes até você mesma acha que se conhece, mas quando vai trabalhando o conteúdo do blog, percebe que precisa se conhecer melhor antes de querer atrair alguém que queira ler seu conteúdo.
Então, tempo é relativo e é diferente de disponibilidade, porque quando se está disposto a fazer alguma coisa, não há nenhuma desculpa que possa realmente interferir no que você deseja.
E um ponto importante: publicar em blog é um exercício diário, mesmo que não se publique todos os dias, é essencial que esteja sempre escrevendo para encontrar um post que você queira publicar ou ao menos para exercitar a escrita, mesmo que fique guardado naquele limbo chamado Rascunhos.
E uma dica importante é: leia muitos blogs, veja o layout, avalie qual é a mensagem principal que você quer passar, qual seu público alvo, se quer ganhar dinheiro ou fazer isso apenas por diversão - e olhe que há uma diferença ENORME: quando você faz por dinheiro, você tenta cumprir expectativas para alcançar o maior número de pessoas possível, pois quanto mais visualização, maior a chance de atrair investimento; enquanto que quando faz por paixão, a audiência não é tão importante assim, você faz isso por si e procura usar essa experiência como amadurecimento, não como fonte de renda. Dá para fazer pelos dois motivos, mas é uma vida muito mais programada do que fazer por paixão, já que é preciso ter uma frequência diária de postagens, um mínimo de palavras e de quantidade de imagens, até vídeos. E outro detalhe é que acabou usar imagens do Google e vídeos do Youtube para quem deseja ganhar dinheiro com blog. É cobrado que as imagens e vídeos sejam originais ou a renda é repassada para quem tem a autoria das imagens e vídeos.

Enfim, resumo de todo esse texto: tempo é uma desculpa para mascarar a preguiça de fazer algo novo que vai te fazer bem. A questão é disponibilidade, organização e ritmo! Tenha equilíbrio na sua vida e conseguirá realizar a sua vontade de ter um blog e qualquer outra coisa na sua vida.

Era essa a mensagem que eu queria passar, espero que tenha feito algum sentido e que me ajude a amadurecer e ajude também quem chegar a esse blog de alguma forma. Até o próximo post.

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7 de abril de 2022

RESENHA - Mais do que amando, uma resenha do livro Vivendo, Amando e Aprendendo do Leo Buscaglia

O livro Vivendo, Amando e Aprendendo é um livro que fala sobre a vida, conforme era o sonho do Leo Buscaglia, autor do livro, que disse que em toda a sua vida acadêmica, nunca teve uma matéria que ensinava sobre a vida, sobretudo sobre o amor. Era somente ensino de coisas externas como matemática, filosofia e passavam-se anos o ensino era sempre o mesmo, as dificuldades também. E os alunos e alunas ficavam cada vez mais doentes por não conseguir cumprir as metas de aprendizagem de sua área, mas o sistema sempre seguiu sendo o mesmo, independente de índices de suicídio entre jovens, por exemplo, ou do crescimento da taxa de depressão entre universitários e universitárias.
É um livro fácil de ler que eu, por um acaso, achei no Interlar por apenas 5 reais e que tem um valor SUPERIOR ao que eu paguei porque ele tem VALOR e não preço. Faço questão de reler e trazer mais de seu conteúdo ao longo do blog porque valeu muito a pena ter comprado esse livro.
Além dele fazer críticas veladas ao ensino nas universidades, ele ensina a apreciar a beleza da vida e da natureza. Por exemplo tem a questão da árvore, que ele disse que as crianças aprendem a desenhar a árvore como se fosse um pirulito, sendo que quando a criança tem contato com uma árvore, ela sabe que a árvore não tem aquele formato de pirulito que aprendeu na escola, e,logo, por desenhar diferente a criança é mandada para o ensino especial porque é considerada retardada por não ver da mesma forma que a professora ensinou e o erro está na forma como é ensinado na escola, aquela forma PADRONIZADA que não considera a CRIATIVIDADE de cada estudante e isso se estende até a universidade e até a pós graduação, onde a individualidade é considerada DOENÇA.
Seria lindo se essas e outras lições de Leo Buscaglia fossem aplicadas à nossa realidade, mas acredito que continuaremos "engessando" o ensino e todas as particularidades humanas por um longo período ainda. 
Eu, mesmo me esforçando para expressar minhas individualidades, ainda sigo a boiada... espero que um dia a vida seja mais Leo Buscaglia e menos Zeno.

Até o próximo post 💝

6 de abril de 2022

OPINIÃO - Síndrome da Diferentona: por que eu acho isso um problema

 O que eu chamo de Síndrome da Diferentona, é um comportamento que eu acho um tanto prejudicial: o de achar que é diferente dos outros.

Por que eu acho isso?

Porque a pessoa "diferentona" tende a se isolar cada vez mais porque acha que ninguém a compreende, tende a ouvir músicas depressivas e um tanto tristes, porque quer fugir de músicas vulgares; algumas vezes as músicas são sobre temas mais sérios, geralmente sociais, e isso pode ser prejudicial porque o cérebro precisa de descanso até mesmo das questões sociais, por mais sérias e urgentes que elas sejam. Ninguém consegue salvar o mundo se estiver doente. Especialmente mentalmente.

A pessoa, por se isolar, tende a ficar em casa por muito tempo e ter MUITA consciência de si mesma, em EXCESSO, de modo que começa a desenvolver uma certa arrogância, acreditando que se forçar a ser diferente dos demais ou mesmo naturalmente ser, é muito melhor para a humanidade do que "fazer parte da massa" e ser "só mais um na multidão".

E as músicas são de teor depressivo, geralmente se autodepreciando e até sugestivas em relação a suicídio e outros transtornos, romantizando-os, como se fossem parte de sua personalidade e não houvesse "cura", mas a maioria tem.

Eu já fui diferentona, por isso digo isso não só de fora, como de dentro, enfim, eu era uma pessoa doente e tóxica a si mesmo que se achava ao máximo, por exemplo, por ter um blog até hoje quando a maioria das pessoas, quando criam, abandonam, seja porque "cresceram" ou porque "não têm paciência". E eu continuo aqui...

Outra questão é que eu sempre me isolei das pessoas porque tinha inveja delas por serem tão sociáveis, enquanto eu era sempre a excluída. Até que criei repulsa dos grupos por nunca ter feito parte de um. E essa raiva me fazia me isolar cada vez mais e ter pensamentos cada vez mais peculiares, como achar que meu gosto musical era excepcional, o melhor de todos e ninguém conseguiria superá-lo, achar que as coisas que eu escrevia eram as melhores e ninguém ia conseguir escrever melhor que eu (pelo menos sobre mim), e que meus poucos amigos - na época UM melhor amigo - eram melhores que os outros e que ninguém ia conseguir superá-los.

Isso se acentuou na faculdade, quando eu queria fazer parte de um grupo porque tinha medo de ficar sozinha, mas não consegui porque via como algo sólido que nunca ia se dissolver ou abrir espaço para mais uma pessoa.

Agora que eu busquei tratamento, eu só quero ser feliz, procurar músicas que façam eu me sentir bem independente de serem populares ou não, usar roupas que eu goste e curtir mais as amizades que eu tenho. Já não falo mais com aquele que era meu melhor amigo, porque ele ainda vive dentro da bolha do diferentão, e se eu quero mudar, não posso tentar salvá-lo, porque não dá para salvar quem não quer ser salvo.

Fica aí a reflexão. Eu acabei misturando um pouco as colunas Cemitério dos Preconceitos e Idiota Melodramática, mas é o que há.

Até o próximo post! 😀

5 de abril de 2022

That's how people grow up

Para aqueles que duvidavam da minha volta: estou aqui, chorosa como sempre. Só falta voltar ao podcast, mas aí é outra história...

Primeira coisa, antes de ler as minhas considerações, ouça a música That's How People Grow Up do nosso querido e aclamado Morrissey!


Agora que você ouviu, vamos refletir!

Bem, há muito tempo que eu não falo de amor aqui no blog, pelo menos não abertamente como farei agora. Geralmente escrevo poesias e coisas que ficam subentendidas que são sobre amor e podem não ser diretamente sobre o amor, não o amor Eros, aquele entre duas pessoas que se sentem atraídas fisicamente e espiritualmente.

Até o momento (2022), eu nunca fui correspondida a ponto de namorar, então tenho bastante propriedade para falar sobre amor não correspondido, certo?

Bem, para aqueles que passam por isso, parece que não há dor mais insuportável que essa de não ser correspondido e de passar por todos os estágios do meu post Malditos Amores Líquidos, o qual vale a pena conferir.

Não culpo o amor por ser difícil, nem as pessoas que partiram meu coração, nem culpo a mim mesma, pois como disse a música acima: "sim, há coisas piores do que não ser o amor de alguém". Um exemplo dessas coisas são as milhares de questões sociais que eu nem vou citar aqui, porque sei que vocês as conhecem até melhor que eu. Entre elas o fato de eu ainda estar desempregada e não viver de escrita, por exemplo, já é algo bem pior do que não ser correspondida.

Vamos continuar?

Eu me desencantei de tudo que fala sobre amor de forma positiva, pois sinto que isso está me contaminando e fazendo eu romantizar certos abusos que eu nem deveria ficar lembrando. Eu errei muito, como disse no post Mulher TAMBÉM assedia e no post Sobre stalking e obsessão amorosa, mas ninguém tem o direito de me expor, me humilhar em público e dizer para todo mundo que eu levei um fora como se fosse a coisa mais humilhante do mundo.

Mas eu cresci e prometi para mim mesma que jamais vou deixar o passado me abalar para sempre, porque eu mereço seguir em frente e lutar por um amor que me corresponda. 

Por lutar, não quero dizer INSISTIR, IMPLORAR  e sim não desistir de encontrar um amor só porque os outros me causaram uma dor ferrenha.

Espero que tenha gostado 💔

Até o próximo post!

4 de abril de 2022

NOVIDADE: Oceano Profundo encontra-se no Wattpad!!!!! CONFIRA!

 Chegamos ao fim da Era Oceano Profundo, e como em todo fim de era, seus capítulos - que estão fora de ordem aqui nesse blog - podem ser encontrados GRATUITAMENTE no Wattpad em forma de e-book e super organizados!

CONFIRA:

Título: Oceano Profundo

Autora: Camila Rodrigues

Sinopse:
Após o fim de seus recursos no espaço, D'ou D- cai no planeta Oceano Profundo, onde se perde em mais indagações e tenta se encaixar em um grupo seleto de sereias. Será que ela vai conseguir?

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